Empregabilidade: compilando os consultores

By  Luis Carlos “Rapper” Archanjo

Empregabilidade nos tempos pós-modernos é perseguir a excelência técnica, demonstrar iniciativa e vontade de aprender, ser criativo e ter fôlego para desenvolver a habilidade de gerenciar projetos e pessoas em nome de objetivos comuns aos interesses do desenvolvimento humano daqueles envolvidos diretamente ou indiretamente à sua atividade profissional. Portanto se você não possui diploma de grife ou referência familiar para os resquícios de um mercado de trabalho que se abre para novas referências de competitividade, onde potencialidades não são descartadas por valores do  conservadorismo que atendia  processos seletivos de um passado de requisitos e pré- requisitos questionáveis. Num momento em que trabalhar depende de haver trabalho e ter capacidade, onde se busca não apenas formação qualificada, mas também, profissionais criativos, inovadores, líderes empreendedores em nome da responsabilidade social e da sustentabilidade. Se você se enquadra nas referências acima as suas chances de brigar de igual para igual são bem maiores.

Todos torcemos para que se realizem as projeções de crescimento para o Brasil atingir as metas da criação de postos de trabalho estqabelecida no Plano Pluri-Anual do governo federal. Logicamente, serão muitas as interrogações quanto aos saberes qualificatórios daqueles que vão concorrer ao preenchimento desses postos de trabalho. O que precisarão saber? Que tipo de habilidades terão de demonstrar na hora do recrutamento?

O economista e sociólogo José Pastore, consultor em relações de trabalho e recursos humanos, mesmo antes das mudanças da empregabilidade do novo milênio, já preconizava as novas regras nas relações trabalhistas que hoje  desafiam o crescimento do pais. Emprego num futuro, agora presente, onde as pessoas terão de saber mais e se comportar diferente. Elas serão  desafiadas a encontrar um mínimo de segurança num mundo que será, por natureza, bastante inseguro, onde elas terão de aprender a construir uma nova base de segurança pois, afinal,  as suas necessidade básicas terão de ser atendidas de uma forma ou de outra. A flexibilização das proteções básicas (aposentadoria, décimo terceiro,  seguro-saúde, seguro-desemprego, etc.) é uma das suas assertivas que estavam vinculadas aos vínculos empregatícios do seu novo mundo do trabalho.  Na publicação do Jornal da Tarde de 05/02/2000, cita pesquisa junto às industrias de São paulo querendo saber o que os empresários levam em conta para recrutar um trabalhador de produção (mecanico, ferramenteiro, projetista, etc,), obteve respostas completamente diferentes daquelas dadas quando da pesquisa feita há 35 anos atrás. Nos dias atuais, para contratar um ferramenteiro, por exemplo, os empresários estão atrás de uma pessoa que tenha:

1- lógica de raciocínio;
2- bom senso;
3- capacidade de apreender novos conhecimentos;
4-  condições para ler e entender um manual de instruções em inglês;
5- habilidade para trabalhar em grupo;
6- bom entendimento do que lhe é comunicado;
7- capacidade de se comunicar;
8- e, finalmente, que seja um bom profissional na sua função.

Há 35 anos, as empresas buscavam apenas o ferramenteiro, ou seja, o profissional que lia e entendia de desenhos e era capaz de transferir o que estava no projeto para o torno. Os demais pré-requisitos não eram sequer mencionados. O mercado de trabalho era outro. O modo de produzir era diferente. As exigências eram menores. Era um tempo em que bastava ser adestrado. Hoje em dia tudo mudou, não basta ser adestrado. É preciso ser educado. As empresas sabem que é difícil – senão impossível- encontrar no mercado de trabalho um profissional pronto e acabado, o famoso sabe tudo. Por isso elas estão de olho nos profissionais que têm capacidade de aprender de forma continua.

A educação não cria emprego, mas ela é essencial para manter as pessoas empregadas e para se conquistar novos empregos. Hoje, porém, não basta  ter o diploma. O importanteé saber e ter competência  para resolver problemas. O essencial é ser capaz e possuir conhecimentos raros. E como chegar lá? É preciso ler, pelo menos o dobro. Se informar constantemente. Ou seja, ter dentro de si o vírus da curiosidade. As pesquisas mostram que as pessoas que estão vencendo no mercado de trabalho são aquelas que têm uma verdadeira obsessão por aprender continuamente. e isso depende muito de atitudes, de valores, de formação, de exemplos.

Uma das características mais marcantes dos mercados de trabalho do mundo atual é a substituição gradual do emprego fixo, de longa duração e em tempo integral por outras formas de trabalhar. Dentre elas incluem-se o trabalho de tempo parcial, a subcontratação, a terceirização, o trabalho por projeto (que tem começo, meio e fim) e o realizado à distância como, por exemplo, o teletrabalho e o telecommuting. Essas novas formas de trabalhar exigem novas habilidades e, sobretudo, novas atitudes. O mundo do trabalho é menos seguro do que o mundo do emprego fixo. Este se baseava numa espécie de relação de casamento de longa duração. O mundo do trabalho se baseia numa sucessão de casamentos, divórcios e recasamentos. Para se sair bem em um ambiente cambiente como esse, tem empregabilidade quem domina não só os conhecimentos de sua profissão, mas também os conhecimentos de profissões correlatas e uma boa  capacidade de relacionamento interpessoal. Os profissionais são contratados, gerlmente, por seus conhecimentos técnicos, mas demitidos por problemas comportamentais. Muitas vezes a falta de sensibilidade de se relacionar com os outros e não saber lidar com situações de desconforto é que acarretam o desligamento da companhia. A experiência na profissão tem pouca relação com o domínio da competência. O tempo e maturidade ajudam a desenvolver certas habilidades com maior precisão, mas não significa que alguém com mais idade tenha a inteligência emocional mais desenvolvida do que um jovem profissional, pois isto depende também de fatores sociais. Saber lidar com as emoções é chave para o êxito profissional.

Nos dias atuais, o mercado de trabalho está se tornando cada vez menos benevolente e cada vez mais rigoroso com as pessoas. O tempo do apadrinhamento está acabando. Os empregadores deixaram de contratar afilhados com bases nos pedidos comovidos de seus padrinhos. Isso é coisa do passado, quando as empresas podiam passar suas ineficiências para os preços que, por sua vez, eram pagos por consumidores sem alternativa em uma economia fechada. Demonstrar vontade de trabalhar  está se tornando um traço fundamental para se conseguir uma oportunidade no mundo do emprego. Os que trabalham por conta própria sabem muito bem que ali a concorrência é acirrada e que as novas oportunidades só vão surgir para quem tem competência, garra, pontualidade, qualidade e bom relacionamento com os tomadores de seus serviços.

Repare num detalhe: boa parte das virtudes são apontadas como imprescindíveis pelos que procuram talentos empreendedores com características como: criatividade, liderança e motivação, qualidades que não se adquire numa universidade, e isso pode fazer toda a diferença na hora de conquistar uma vaga, mesmo que concorrendo com diplomas de grife. Se você possui algumas dessas habilidades, suas chances aumentam consideravelmente.

Caso contrário, leia livros sobre esses temas, participe de palestras e faça capacitações que possam ajudar a aprimorar suas qualidades. Como a oferta de bons empregos esbarra nos contratempos do caráter humano e os empregadores não vivem num mundo de sonhos, mas de resultados. Um grande número de empresas não consegue preencher suas vagas – e têm de contratar não exatamente quem querem, mas quem pode. Outras, simplesmente não estão nem aí para a origem do seu diploma.Para o autor da matéria “COMECANDO DO ZERO” da revista “VOCÊ” (1999), se pensar nos mecanismos das políticas afirmativas como instrumento de inserção da população de baixa renda no mercado de trabalho hegemônico, onde o diploma sem grife, sem espanhol e o inglês para não ficar com fome, pais sem nome influente não seja impedimento para quem quer fazer bela carreira é uma realidade que está bem aí para alguns consultores e recrutadores que dizem que é possível sim.

Se você não faz parte da turma dos “sem referência” do mercado de trabalho, pode acreditar numa mudança dos conceitos de RH para uma política de valores agregados à responsabilidade social para uma conseqüente aposta dessas empresas, para os melhores empregos, carreiras e salários em pessoas que não se enquadre no perfil dos anúncios de jornais. Porquê? Por que na média, aqueles com diploma de grife estão aquém nos quesitos de preparo e motivação, pelo quadro de déficit de pessoas capacitadas para a empregabilidade, ou seja, a oferta não consegue adequar-se a procura. Segundo relatos de pessoas ligadas ao RH das organizações empregadoras, alguns são bons, mais a maioria são francamente ruins e outros nem chegam a isso. Dizem os mesmos especialistas, a qualidade dos diplomados passou a se deteriorar e, o problema tornou-se um caso sem solução e com prognósticos nada animadores. A questão, ao que se parece, não está exatamente no que os alunos aprenderam ou deixaram de aprender na faculdade (embora o que eles sabem ou deixam de saber conte muito. O problema está em algo que poderia ser chamado de “nó cultural” e é uma soma de vários fatores – desde a falta de hábito de leitura até uma certa apatia em relação à vida. Como recurso para atender a oferta em seus quadros algumas empresas abriram mão de só ter gente com diploma das melhores escolas brasileiras de administração, algo impensável no passado, por exemplo.

Hoje estão aceitando recrutar gente formada em faculdades menos reverenciadas, de segunda ou terceira linha. Na opinião dos recrutadores, na teoria, os estudantes recém-formados nas universidades de nome, deveriam ser os mais bem preparados do país quando entrevistados. Mas na prática o nível é baixo. Para os coordenadores dos programas de trainee, a nova geração tem graves problemas de formação, postura e envolvimento com o trabalho, com nível, freqüentemente, abaixo da crítica. Quando colocados em dinâmica de grupo, na qual se analisam itens como iniciativa e capacidade de análise, poder de comunicação, observou-se que a maioria não tinha opinião formada sobre temas banais. Estavam a ano-luz do que se pretendia de um futuro gerente para uma grande corporação com valores agregados de responsabilidade social, principalmente. A questão acima nos remete a o universo da exclusão e o seu efeito danoso no universo das oportunidades, onde os ingredientes necessários ao mundo corporativo dos filhos das elites brasileiras. Pela sua representatividade dentro do contexto social de comunidade, o educador social se destaca pelo seu espírito empreendedor, principalmente, como também, possui qualidades inerentes aos que precisam transitar em universos distintos das realidades antagônicas do caos urbano dos nossos grandes centros urbanos, onde os processos naturais da autossuperação às mazelas do dia-a-dia aperfeiçoam as técnicas de sobrevivência agregando alguns atributos imprescindíveis no mundo dos negócios como: flexibilidade, capacidade político-sócio-interacionista para interlocução junto à sociedade civil organizada e os vários operadores dos direitos e deveres, na transmissão do conhecimento formal ou informal do trabalho socioeducativo, na formação de opinião ou intermediando-a através da agenda de parcerias, da capacidade de persistência em nome de valores muitas das vezes pautados pela motivação solidária em nome dos valores da amizade, bairrista, objetivos comuns aos seus dos vários processos sociointeracionistas na sua trajetória de vida, entre outros.

A questão cultural dos nossos jovens recém-formados   [1] interessa absolutamente a todo mundo. Aos pais, que investem pesado na educação dos filhos; aos filhos que precisam construir o seu futuro; as políticas públicas de ação e reparação para quem não possue as vantagens da melhor formação. O mercado de trabalho, mais cedo ou mais tarde, cobra com desempenho de todos, trate, portanto, de suprir suas eventuais deficiências acadêmicas aprendendo o que lhe for possível fazendo mais esforço, apresentando soluções e, sobretudo, tratando de trazer resultados. As situações aqui descritas dizem do quanto à persistência tem que tomar lugar das lamentações, fatalidades do destino ou qualquer contra-argumento como justificativas para a inadequação às realidades do mundo corporativo capitalista ou neoliberal. Sabemos que uma faculdade de primeira faz falta no currículo, por isso quando oportunizados pela chance da sua graduação superior, os alunos egressos dos vários processos de entrada no curso superior esforçam-se mais para provar que as teses que permeiam as relações do nosso antagonismo não possuem o embasamento técnico-social necessário para formular questões da relação etnicorracial no intramuro das nossas universidades públicas, principalmente, formadoras dos formadores de opinião das suas áreas de formação. Indiferentes ao histórico de transgressões aos valores do espaço onde se encontra circunscrito, o que os torna curiosos por necessitada, criativos pela obrigação de compensar a ausência de um grande nome no diploma de formatura os nossos jovens não-representantes da elite estão aí brigando pelo seu sonho de estudar numa faculdade de referência na área da sua escolha e podendo sonhar com o futuro profissional do mercado de trabalho competitivo e conservador, porém, sensível ao processo das soluções do “jeitinho brasileiro” de quem aprendeu todas as regras da sobrevivência. É justamente o perfil empreendedor que falta a muitos alunos bem-nascidos das melhores universidades. Segundo a opinião das faculdades, das empresas e dos responsáveis pelos processos de recrutamento, as organizações estão abrindo portas que antes estavam fechadas para esses estudantes.

Adaptabilidade é a palavra-chave. As empresas que hoje dominam o mercado se encontram divididas em unidades autônomas, onde os trabalhadores se organizam em projetos transitórios, que por sua vez são tratados como projetos pessoais, oportunidades para adicionar experiência ao currículo, aumentando seu próprio valor de mercado. Esta forma de organização do trabalho exige graus mais elevados de dedicação e responsabilidade. Os trabalhadores sentem que estão realizando algo de si para si, graças ao discurso motivacional que os impele nesta direção e inflaciona a crença na competência individual em detrimento ao trabalho de cooperação. O paradoxo da equação anterior é que pela perfomance na busca de resultados, aumentando assim o seu nível de empregabilidade no mercado como um todo , esta busca que parece natural é na verdade uma exigência do processo de fragilização dos vínculos, disfarçada por um discurso de mobilidade das novas tecnologias de informação e comunicação a serviço do capitalismo. A adaptabilidade implica em aceitar os riscos da flexibilização, causada por uma precarização da segurança profissional, de um mercado com fome do novo, onde a capacidade de cumprir metas passa a ser o critério para auto-imagem do trabalhador, o que afeta diretamente sua estima e vida pessoal. Como a gestão de si mesmo e o sucesso pessoal são condições de permanência e ascenção, não há segurança de exito senão  sob a forma de fortalecimento do “eu”  e na crença moral do reconhecimento do valor do seu trabalho. Na prática, apenas o seu trabalho é valorizado. O seu sucesso pessoal sera o sucesso da empresa, porém o seu fracasso será inteiramente seu.

Esse novo espírito do capitalismo, caracterizado pela flexibilidade ou mobilidade da organização de trabalho, pode soar como um liberdade de movimento aos olhos das gerações que estão chegando ao mercado de trabalho marcado pela  tecnologia da informação e da comunicação, principalmente, quando na verdade eles prescisam se mover  em função de não serem excluídos por uma crescente instabilidade imposta pelo atual modelo econômico de resultados.

Para a nova filosofia dessas empresas, esses estudantes têm de se esmerar para compensar o que o nome da escola não lhes trouxe de benefícios. De classes sociais menos favorecidas, muitos têm força de vontade oceânica. Saem da cama de madrugada, trabalham o dia inteiro, à noite vão para a faculdade e estudam durante o final de semana ou no sentido inverso, trabalham à noite e estudam durante o dia todo. Sem computador em casa escarafuncham o micro da empresa ou da ONG mais próximo de sua residência para entender e dominar os meandros dos programas. Portanto, caro aluno cotista ou bolsista, é melhor um diploma com ou sem grife, o mais importante és ser mais um com o diploma universitário. O próximo passo e entender que tão somente o diploma não é garantia emprego. Mesmo com a abertura do mercado de trabalho para novas filosofias para a empregabilidade, só diploma não garante o início do jogo num cenário conservador, ainda com resquícios de velhas práticas paternalistas, onde o diploma com grife pode ser visto como uma carta a mais quando se trata de adequar-se às realidades do mercado de trabalho.

Enquanto o discurso da empresa é que o trabalhador deve fazer um compromisso consigo mesmo, a realidade é que ele depende do crescimento dos lucros da empresa, e do sucesso do modelo capitalista como um todo. Ele pode gerir a sua própria vida, mas deve fazê-lo necessariamente em função das regras do capital.  O discurso de empregabilidade está voltado à crença num senso de autonomia, em que o sujeito realiza a si mesmo no projeto  ao qual foi encarregado. Os projetos da empresa devem combinar-se a um projeto de dsesenvolvimento pessoal. Este discurso da autogestão possibilita  um distancimento dos destinos, ou descompromisso mútuo, disfarçado de responsabilidade pessoal, em que os riscos da empresa são externalizados para os empresários enquanto indivíduos. Rosenfield chama esse processo de institucionalização da instabilidade. Dentro de uma mesma empresa, não há mais garantia de poder continuar empregado sem diversificar competências. Logo, a habilidade mais importante, é não permanecer o mesmo. A isso, também se soma um processo de individualização, em que mesmo parceiros são, ao mesmo temp0, conscorrentes em potencial. Pode-se afirmar que encontrar equilíbrio entre mobilidade como alargamento do leque de experiências  e estabilidade como projeção para o futuro é uma tarefa paradoxal (ROSENFIELD, C. L. Quadros Superiores de TICs: Mobilidade ou Fragilização?,  In: 33º  Encontro Anual da ANPOCS (Associação Nacional de Pós -Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais), Caxambu-MG, 2009, p.11)

Por isso, as escolas e faculdades têm por obrigação o investimento em professores qualificados em termos de pesquisa e formação tecnológica para formar bons profissionais para as empresas, que precisam de profissionais para tocar os seus negócios e superar a concorrência; o governo, que precisa de gente que ajude a tornar o Brasil um país de economia mais próspera. Isto quer dizer, sobretudo, que o perfil exigido pelo mercado mudou e os jovens não entenderam isso. Portanto, cabe aos nossos jovens bolsistas e cotistas darem a sua contribuição em nome de novos rumos, em nome de uma série de competências e habilidades antes pouco prestigiadas ou até relevadas, que se tornaram determinantes das oportunidades. O diploma, mesmo que os das melhores faculdades deixou de ser a coisa mais importante para muitas empresas. Por mais inteligente que o aluno seja, ainda não percebeu, talvez por imaturidade, que hoje se exige bem mais que habilidade em usar-se da revolução técnica do mundo globalizado, é preciso garra, determinação e vontade ilimitada de aprender, ou seja, fazer uso de todas as habilidades da autossuperação, autoformação. O cenário que se abre é bem vindo aos atores da vida real do mundo dos excluídos.

Face ao quadro retromencionado, os alunos cotistas das faculdades públicas e os bolsistas das faculdades menos referenciadas e mais acessíveis ao grosso da população têm a árdua tarefa de iniciar uma nova fase na relação do recém-formado e o mercado de trabalho competitivo e conservador. Mudar um sistema significa mudar expectativas, atitudes, e comportamentos. Significa superar a descrença e o preconceito que se enraizaram e se espalharam, portanto, idéias precisam de campeões ou super-homens no amor, que lutem por elas – gente obsessiva, com habilidades, competências, motivação, energia e cabeça-dura para fazer o que diz a voz do coração: persuadir, inspirar, seduzir, expor pontos de vista,  diminuir receios, mudar percepções, articular significados e habilidosamente manobrá-las como um verdadeiro estrategista através dos sistemas.

Quem me julga é Deus. Ele decide quem perde e quem ganha. Não o meu adversário. Os meus adversários não existem, são só pessoas que discordam da minha verdade. Falemos a verdade”.

4 Respostas to “Empregabilidade: compilando os consultores”

  1. […] e equalizadores das desigualdades sociais. Segundo Patto (1996) foram teorias baseadas num discurso pedagógico liberal que serviram de pano de fundo às explicações do fracasso escolar durante o percurso da pesquisa […]

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